domingo, 8 de setembro de 2013
Portfólio - Época
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Portfólio - Época
sábado, 24 de agosto de 2013
Portfólio - Época
Aproveitando o gancho do hambúrguer sintético recém descoberto a ideia era criar um cardápio completo de uma típica refeição de lanchonete usando outras novidades gastronômicas: pão sem tigo, leite anti-alérgico e... insetos. Sim, insetos e larvas talvez estejam no cardápio das futuras gerações.
Para as fotos convidamos o experiente fotógrafo Dulla que, juntamente com o produtor Felipe Monteiro, nos ajudou a produzir as imagens das delícias que ilustram a matéria. Revista Época ed. 794 (agosto de 2013)
sábado, 17 de agosto de 2013
Portfólio - Teaser trailers para reportagens
Este outro foi para o ensaio fotográfico especial sobre os bastidores dos 50 anos do mítico Calendário Pirelli publicado na revista:
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Portfólio - Época
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Por que eu gostava do Instagram... e ainda gosto
Por outro lado existiam aqueles que se cansavam de ver fotos de pôr-do-sol, comidas, asas de avião ou de pezinhos e desistiam por simplesmente não fazerem questão de mergulhar muito naquele gigantesco mar de fotografiazinhas. Mas assim como qualquer rede social isso era do jogo... e para os mais impacientes vale lembrar que sempre existia a opção mágica do unfollow. Ser desadicionado no Instagram era algo normal. A todo momento alguém se enchia das minha fotos, por exemplo, e eu observava o contador de seguidores descer. As vezes eram dezenas de descontentes de uma vez só. Mas bastava algumas fotinhos novas e lá surgiam novos seguidores. Esse sobe e desce era constante e para mim só deixava a coisa mais bacana e desafiadora.
Vamos todos sair para brincar na rua
A compra do Instagram pelo Facebook pode mudar isso, claro. Até já existe um movimento forte entre os Instagramers ou simplemente Igers (é como se auto-denominam os usuários do aplicativo) para forçar Zuckerberg e sua equipe a deixar as coisas como estão. E essa turma pode não ser comparável as quase 1 bilhão de usuários do Facebook mas já mostra sua força com eventos como o 1º Congresso de Instagramers que acontecerá em Torrevieja, Espanha, dias 5 e 6 de maio.
De qualquer forma nada disso me tira o sono (minha insônia tem outros motivos). Redes sociais estão aí para interligar pessoas. Seja por palavras, fotos, vídeos ou sons. Tudo faz parte de um banco de dados inesgotável de conhecimento (ou da falta dele, não importa). Movido por uma das melhores qualidades humanas: a curiosidade. E isso é o que interessa para mim. Me considero uma criatura visual. Nesse caso o Instagram se tornou um ótimo laboratório para mim. Lá eu posso ver e testar novas fórmulas imagéticas, de forma quase automática. Divulgar meu trabalho ou admirar imagens criadas por pessoas com interesses em comum. Sim, sei que existem outras iniciativas tão ou mais funcionais como Pinterest, Behance, Flickr, Tumblr, mas a praticidade e a instantaneadade do Instagram me permite além de tudo observar e conhecer lugares que nunca estive (e alguns que provavelmente nunca estarei) retratados por pessoas comuns que estão lá... neste exato momento. Dar likes desenfreados nas festas divertidas de amigos ou no orgulhoso conhecido que posta sua paixão por cervejas. Todos a quilometros de distância de mim mas com aquela frestinha digital aberta para eu dar uma espiada. Me permite também e por que não compartilhar os meus próprios momentos e criar diários fotográficos para minhas viagens e projetos. Para mim não se trata apenas de filtros ou glamour.
Hoje, quando revejo minha timeline de fotos sei exatamente quando e como cada uma delas foi tirada e, principalmente, o que me fez tirá-las. E espero, de verdade, que o Instagram exista pelos próximos 20, 30 ou 40 anos e eu possa estar vivo para sentar e rever alguns dos momentos da minha vida vistos pelos olhos de quem mais me interessa: eu mesmo.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Algumas definições sobre Design Editorial V - Diagramação
Como dito antes não basta apenas o designer distribuir o que tem a disposição de forma agradável, abusar de cores e tipos que teremos uma boa diagramação. Obviamente o valor estético nesse momento deve ser contemplado e não há ninguém melhor que o profissional de design gráfico para fazer com que isso se torne realidade. Mas seguindo o briefing inicial e já tendo em mente a importância de infográficos e fotografias o designer deve procurar distribuí-los de forma que o conteúdo do texto seja enriquecido pelos elementos visuais. A diversão fica por conta da criação de grafismos que colaborem com isso, mas nunca se tornem competitivos com a informação. Contextualizar e dosar essa utilização é que torna o design de uma matéria elegante e inteligente. Recorrer a ilustrações ou ícones sempre é bem-vindo, desde que se observe as mesmas regras aplicadas a todos os outros elementos gráficos.
Em outros dois aspectos o designer editorial pode se tornar uma peça importante e, muitas vezes, definitiva para edição visual de uma matéria: na concepção da abertura de uma matéria e na micro-edição.
Abertura
Micro-edição visual
Algumas definições sobre Design Editorial IV - Infografia
Algumas definições sobre Design Editorial III - Fotografia
Algumas definições sobre Design Editorial I
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Potfólio - Época

No decorrer do processo acabou acontecendo o que chamamos de "faz caber" com o texto e tive introduzir um parágrafo para abrir. Minha sorte foi ter como título final apenas "Amy", o que acabou mantendo a elegância. Revista Época ed. 689 (agosto de 2011).
Algumas definições sobre Design Editorial III - Fotografia
Algumas definições sobre Design Editorial II - Briefing
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Um "Photoshop" em qualquer lugar

Um programa que oferece a possibilidade de você criar e editar suas imagens de maneira quase profissional direto no browser. Sem instalar nada!
Esse é o Sumo Paint, um aplicativo web 2.0 desenvolvido pelo empresa finlandesa de aplicações interativas Snap Group, que te permite tudo isso com uma excelente gama de ferramentes e suporte a camadas (layers). Basta entrar no site, clicar na imagem do programa e sair usando. Sem cadastro, sem instalação de nada e totalmente de graça... Com ele você pode inclusive salvar suas criações no seu computador. Não é lá um Photoshop mas dá para se divertir e pode até quebrar um galho num momento de aperto.
O site ainda conta com uma exposição de obras feitas pelos usuários do programa (que segundo eles já são 750 mil no mundo todo) e uma espécie de comunidade onde eles trocam idéias e informações. Nesse caso é preciso um cadastro rápido que também é gratuito. Veja abaixo a interface do programa rodando direto no meu Firefox. Cool!!
domingo, 14 de dezembro de 2008
Betty Page e a evolução das Pin-ups

No início da semana passada tive a idéia de fazer um post sobre a evolução das ilustrações de Pin-ups americanas. Comecei a coletar algum material e fazer algumas pesquisas. Sou fã desse estilo de desenho, principalmente os clássicos, da década de 60 para trás. Numa triste coincidência fiquei sabendo que Betty Page, considerada a maior modelo americana desse estilo, faleceu, aos 85 anos na última quinta-feira, 11 de dezembro. Betty era a própria imagem da Pin-up. Retratada por diversos artistas e fotógrafos sua imagem se tornou referência pop. Sua sensualidade instigante permeou os sonhos de diversos adolescentes durante anos e sua imagem acabou se tornando uma espécie de "Coca-Cola" das Pin-ups, reconhecida em todo mundo. Aproveito este post para deixar aqui uma homenagem a essa linda mulher. Veja algumas imagens dela e se quiserem saber mais sobre esse ícone sexual dos anos 50 sugiro uma visita ao seu site oficial e as páginas Planet Betty e The Betty Page.

Betty Page foi um ícone sexual absoluto nos anos 50 e sua imagem, estampada em fotos, ilustrações e diversas capas de revistas, se tornou uma referência pop
Além de Betty, diversas outras modelos, conhecidas ou não, foram retratadas por muitos artistas durante décadas. Muito bacana ver a evolução dos estilos com o passar do tempo assim como o conceito de sexualidades dos desenhos, das ingênuas moças com suas calcinhas acidentalmente abaixadas de Art Frahm até o pesadelo sexual futurista de Hajime Sorayama e suas mulheres biônicas.. Abaixo coloco uma pequena galeria de alguns artistas que deixaram sua marca nesse estilo. Caso quiserem conhecer mais sobre esse tipo de arte sugiro o site The Pin-up Files.
K.O. Munson (1900 - 1967)
George Petty (1894 - 1975)
Gil Elvgren (1914 - 1980)
Art Frahm (1907 - 1981)
Patrick Nagel (1945 - 1985)
Drew Posada (1969 - 2007)
Hajime Sorayama (1947 - )
Anthony Guerra (1970 - )
Marcus Gray (1971 - )
































































