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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Algumas definições sobre Design Editorial IV - Infografia

Antes de ser um simples elemento decorativo um infográfico é uma ferramenta jornalística. Nele são dispostos dados e informações na forma de gráficos e tabelas que enriquecem o entendimento do assunto abordado.

Por essa razão um infografista deve trabalhar próximo a um jornalista para obter o maior número de dados possíveis que possam ser interpretados visualmente. Ele também tem autonomia para buscar por conta própria essas informações. O infografista não precisa necessariamente ser um designer mas não pode nunca menosprezar esse aspecto. Uma clara disposição de elementos, bom senso na escolha tipográfica e uso correto de cores são essenciais no momento de hierarquizar os dados. Nessa hora cabe ao designer editorial, sempre que necessário, auxiliar o infografista e com isso colaborar para que se mantenha a identidade visual da matéria.

Algumas definições sobre Design Editorial III - Fotografia
Algumas definições sobre Design Editorial I

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Algumas definições sobre Design Editorial III - Fotografia

A fotografia é parte essencial do design editorial. Na maioria das vezes ela define a “temperatura” da edição visual de uma matéria.

Uma boa edição fotográfica depende muito da experiência criativa do designer e do olhar diferenciado e apuro técnico do fotógrafo. Trabalhar em conjunto com um profissional da fotografia, seja ele quem vai fazer as fotos ou quem vai editá-las, se torna primordial para que a matéria não somente salte aos olhos mas como também tenha ritmo jornalístico. Isso significa que as imagens passam a dar suporte ao tom do texto e acompanham seu raciocínio.

Algumas definições sobre Design Editorial II - Briefing
Algumas definições sobre Design Editorial I

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Algumas definições sobre Design Editorial II - Briefing

Antes de elaborar a edição visual é necessário compreender do que se trata a matéria. Nesse momento, muito parecido como acontece na publicidade, é necessário ter em mãos um briefing, um curto resumo do assunto que será abordado.

É a hora de discutir qual a melhor solução fotográfica e possíveis elementos gráficos informativos que poderão ser explorados caso isso seja necessário. São eles: infográficos, galerias de personagens, linha do tempo, ilustrações, quadros, etc. Muitas vezes essa sugestão pode partir do próprio designer, daí a necessidade de ter alguma noção do metódo de edição jornalística. Estar bem informado sobre assuntos gerais também ajuda… e muito.

Algumas definições sobre Design Editorial I

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Um "Photoshop" em qualquer lugar


Um programa que oferece a possibilidade de você criar e editar suas imagens de maneira quase profissional direto no browser. Sem instalar nada!
Esse é o Sumo Paint, um aplicativo web 2.0 desenvolvido pelo empresa finlandesa de aplicações interativas Snap Group, que te permite tudo isso com uma excelente gama de ferramentes e suporte a camadas (layers). Basta entrar no site, clicar na imagem do programa e sair usando. Sem cadastro, sem instalação de nada e totalmente de graça... Com ele você pode inclusive salvar suas criações no seu computador. Não é lá um Photoshop mas dá para se divertir e pode até quebrar um galho num momento de aperto.

O site ainda conta com uma exposição de obras feitas pelos usuários do programa (que segundo eles já são 750 mil no mundo todo) e uma espécie de comunidade onde eles trocam idéias e informações. Nesse caso é preciso um cadastro rápido que também é gratuito. Veja abaixo a interface do programa rodando direto no meu Firefox. Cool!!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Tutoriais de programas em vídeo


O site americano Lynda é líder em cursos online de softwares em vídeo. Nele é possível estudar qualquer programa sem sair de casa e no próprio computador. Os vídeos são bem didáticos e feitos por profissionais de calibre (porém são todos em inglês, of course). Tudo é pago. Eles combram uma assinatura que te dá direito a assistir qualquer tutorial da biblioteca de vídeos deles quantas vezes precisar. Os valores são de 25 dólares por mês ou 250 e 375 por ano (o valor mais alto é referente a assinatura premium que dá direito a downloads de arquivos usados nas aulas). Pode ser um bom investimento para quem está começando ou quer se aprofundar mais em algum programa.
Para quem quiser fazer um test drive eles recentemente disponibilizaram gratuitamente para qualquer visitante tutoriais completos das versões betas do Dreamweaver CS4, Fireworks CS4 e Soundbooth CS4. Para assistir é só fazer um cadastro rápido (só o nome e um e-mail válido) e ter o Quicktime instalado na máquina.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Kerning também é design


Por mais que o título deste post possa soar óbvio para muitos designers ainda existem profissionais que não se preocupam com isso. Antes de mais nada vale uma explicaçãozinha rápida sobre a diferença entre kerning e tracking: kerning é o processo em que se aumenta ou reduz o espaço entre pares de letras e tracking é o mesmo efeito só que em um bloco de texto, podendo assim "apertar" ou "abrir" a parte onde foi aplicado.

Sobre o segundo pouco tem que se falar, a não ser que sempre é recomendado um bom senso estético básico para que o texto não fique muito apertado ou espaçado demais dificultando assim a leitura. O meu foco é o kerning que tem muita utilidade em trabalhos onde as palavras recebem um grande destaque geralmente com um tamanho de corpo da fonte bem maior (Ex.: títulos, chamadas de capa, slogans, frases destacadas, etc.).

Muitos (mas muitos mesmo!) designers da área editorial ignoram o kerning por simples preguiça ou por falta de noção estética mesmo. Está certo que em algumas mídias que necessitam uma maior agilidade como jornais diários ou revistas semanais muitas chamadas e títulos vão no automático mesmo por falta de tempo. Mas mesmo assim não se justifica que em determinadas partes como capas, aberturas de matérias especiais entre outras coisas que se beneficiam de um pouco mais de tempo de criação fiquem a mercê do kerning default de cada fonte. Se tratando de revistas com periodicidade maior isso se torna algo imperdoável.

Mas mesmo assim assistimos por aí um festival de chamadas com kerning totalmente disformes, uma quantidade enorme de "ruídos" visuais dando aquele ar amador a qualquer trabalho.
No exemplo abaixo, usando a fonte Minion Regular, pode se notar o quanto é irriquieto os espaços entre as letras quando usado o kerning automático (o programa usado foi o InDesign, da Adobe):

Com um pouco de paciência, alterando-se o kerning manualmente de cada par de letras você pode chegar num resultado mais agradável. Não existem valores certos. A idéia é ir mexendo até conseguir o resultado desejado:

Assim dá para se ter uma idéia do ganho de elegância visual que se pode obter usando um recurso muitas vezes desprezado. E para quem quiser mais informações bacanas sobre fontes e dicas de como melhor usá-las dêem uma passada no site Thinking with type. Vale a visita.